quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Caos! VII

Caos! VII

Ano 2032

Junho, Julho e Agosto

Estou numa pequena cidade, não sei ao certo a localização,  mas descobri que existem muitos sobreviventes, e me disseram que  o Bando da Noite  se encontra na cidade vizinha, que armam algo. Me falaram que há outros bandos, que tem ideologias adversas , desde de religiosa  ate  política. Mas o bando da noite é a junção dos vários grupos radicais de extrema direita que já existe antes da terceira guerra mundial, e existe um grupo de esquerda e vários religiosos que combatem o Bando da noite. Parece que as criaturas estão sendo caçadas e o vírus que fizeram no a mutação está sendo curado, e mulheres grávidas infectadas no ultimo meses dão a luz a filhos sem os vírus e depois falecem. A rumores que a população mundial continua pouca e os governantes sobreviventes chamam os sobreviventes civis e militare e falam para criar comunidades cooperativas como as deles e fornecem armas para se defenderem, e manda um militar  experiente com sobrevivência pra ensinaram técnicas de guerras e guerrilhas.
Eu peguei informações e poucos de suprimentos nesta cidade e fui embora. Com a moto que tinha pegado no evento de maio,  ando mais que a pé,  aprendi na marra e achei livros de mecânica aonde  passava  a arrumar ela e fiz ela mais silenciosa sem perder a força e velocidade alta da custon. Consegui mais armas, e tava andando desviando dos lugares aonde encontrava as criaturas e os bandos.  Era eu e Deus e nada mais.
Durante  Junho e Julho minha vida foi assim. Mas como sempre disse e peguei essa supertição de minha falecida avó: Agosto mês dos desgostos! Rezei  mais que nos últimos meses, mesmo fugindo dos locais aonde eu sabia que ia ter confusão, eu achava, muito mais que eu achei ate agora. Esse ano de 2032 é ano de mudanças, ouvi dizer dos cristãos como eu que é um sinal de Deus da volta de Jesus. Não sabia que falar, mesmo acreditando eu estava sem fé e sem esperança de algo. Acreditava, mas não como antes, a cada morte e horror que via, a minha humanidade ia embora. Lembrava do tempo de criança que era inocente, que não conhecia a maldade, se a via eu tinha tanta inocência e fé que logo a maldade saia de perto de mim. E hoje?  Hoje depois de ver que a internet tinha, de ver as violência, das guerras, de participar de uma guerra e quando jovem queria muito isso e acabei me arrependendo. Odeio a minha raça, que  em nome de algo que acham ser o melhor pra eles matam, roubam, se exibem, se vendem, se entopercem com drogas e bebidas. Sim! A humanidade não mudou muito depois que houve, continua pior que antes, a diferença que não temos mais net e TV, mas parece que estão já conseguindo volta com a TV, mas logo o Bando da Noite usa para fazer suas propagandas de alienação e medo. Muitos aprenderam com a guerra e esse vírus, mas são como pequenos bandos de patos que quando voam para ensinar e ajudar os outros são mortos ou se afastam quando ouvem o primeiro tiro do caçador. O mal continua e anda mais forte que nunca, e temo por mim mesmo, de eu me transforma numa dessas pessoas que gostam da  maldade, do terror, das injustiças e perversidades.
Vi um grupo que fazia parte do Bando da Noite, atacar um grupo de jovens, e pegaram os rapazes e os fizeram ver eles estruparem as garotas e depois a matarem, mas isso só foi o começo, que não posso falar que fizeram com eles depois das garotas mortas... ( choro e riso sarcástico) Eu vi aquilo e não fiz nada, não ajudei como tinha ajudado o senhor,a esposa e o rapaz no mês de maio, eu só olhei e sentia nojo deles e de mim, por não fazer nada e querer fazer o mesmo que eles, estava me transformando num mostro pior que as criaturas. O grupo de jovem antes me viu e zuou na estrada no mesmo dia, eu via que bebiam, se drogavam e tinha relações sexuais nos carros  em movimentos, isso eram três carros, não ligavam se tinha criaturas perto ou o bandos, e desejei que um destes encontra se eles e assim aconteceu.
Depois que o Bando da Noite saiu, vi uma moça morena clara, baixinha sair de la, estava ferida, conseguiu se esconder  e não ser vista no meio das porradas, tiros, e estrupos e.... Ela correu e via na minha direção eu parado tive medo que ela me visse e grita se, mas algo mais forte e inteligente dentro de mim, agiu sem eu ver, escondi quando ela passou peguei ela, já tampo a boca dela, e ela tentava gritar e esperniava, logo disse a ela: “ está bem”. Disse isso umas sete vezes e ela acalmou...

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